Discípulo do Mestre e Senhor Jesus Cristo
Minha foto
Duque de Caxias, RJ, Brazil

A Graça da Garça

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Os assassinos da areté


Por Edson Camargo em 12 de junho de 2012 
O Prêmio Areté, uma tentativa de Oscar do mercado editorial evangélico brasileiro, em sua edição de 2012, homenageou um defensor confesso da poligamia (po-li-ga-mi-a), entusiasta da “teologia” comunista da “missão integral”, e com uma história marcada pela atuação em favor do partido que impôs ao Brasil o aborto de anecéfalos, a mordaça gayzista, o mensalão, e as alianças com o narcoterror vermelho das FARC, Chávez e Fidel, por meio do Foro de São Paulo.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti, assassinado brutalmente pelo próprio filho há poucos meses. Morte trágica, lamentável, não menos estarrecedora do que o legado que Cavalcanti deixou, por conta de posturas intelectuais para lá de heréticas e pecaminosas, que nortearam desde a produção de seus artigos à sua mentoria ao movimento que contaminou a igreja evangélica brasileira com o esquerdismo grosseiro da Era Lula, com seus chavões, relativismos e revisionismos, além dessa confusão nefasta e corruptora entre santidade e a mera afetação moralistóide do politicamente correto, essa hipnose semântica e comportamental com a qual a esquerda vai impondo sua revolução cultural e inutilizando a consciência de pastores, líderes, artistas, ministros e ovelhas.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Seria essa homenagem um desagravo ante sua morte? A homenagem significa algo. Certamente. E o que significa a morte desse homem? Nada? Aos liberais teológicos, fãs fiéis desse demiurgo do socialismo gospel tapuia, pergunto: o que esta morte significa? O “amorrrrr” de Deus que vocês evocam de forma cada vez mais caricata e afrescalhada? Aos meus irmãos defensores da boa e velha ortodoxia evangélica, pergunto: o que o assassinato do bispo vermelho representa, diante de toda a estrutura de uma realidade criada e comandada por um Deus soberano, maravilhosamente amoroso em sua graça, mas que reitera nas Escrituras o caráter retributivo de sua justiça?
Sim, o significado pleno dessa morte horrorosa, sim, só o Senhor sabe. Mas não me venham com agnosticismo de shopping center. A pergunta se impõe.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Premiado, notem, pela fina flor da divulgação teológica e cultural da igreja evangélica brasileira, dias após ser reapresentado, para toda a internet evangélica lusófona, o soturno e revolucionário modus pensandi com que o bispo socialista defendia “teologicamente” a poligamia, no livro “Libertação e Sexualidade”.
Vivemos num mundo repleto de significado, criado por um Deus artista, perfeito, amoroso, soberano e justo, que se comunica com o homem por meio das obras criadas, dos fatos incontestáveis e da ação do Espírito Santo. Evoquem-No, e perguntem: o que significa esta morte? Por muito menos, já vi atribuírem os significados e as motivações mais bizarras a todo o tipo de atitude tomada por cristãos. Vejo isto sempre, eis um vício nacional. Agora, quero ver. Que tal atribuírem motivações e propósitos ao Senhor Deus para uma morte como essa, de uma figura como essa, com uma obra como essa?
E não me iludo. As desconversas são previsíveis. Afinal, não são poucos os sofistas frívolos, bem posicionados na hierarquia das grandes editoras, que estão muito confortáveis com a atual situação. E eles têm seus agentes na blogosfera.
Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Que chorem pela morte de um homem que amavam, ainda que tenha sido amado pelos motivos mais questionáveis. Chorem, lamentem o fim brutal de uma família. Mas chorem também por não terem chorado quando alguém que desprezou e afrontou as Sagradas Escrituras num de seus pontos mais elementares foi tratado com honrarias pelos que deveriam repreendê-lo, e jamais o fizeram. Do padrão estabelecido por Deus para a família à deturpação de toda a cosmovisão cristã em nome de uma ideologia anticristã na origem, fundamentos, meios e fins, Robinson Cavalcanti teve participação ativa, como um general. E homenageando a este corruptor, a elite do mercado editorial evangélico consentiu na corrupção doutrinária.
Temos a obra: uma tragédia. Temos o crime, a morte: outra tragédia. E temos o prêmio, trágico, mas não diferente das tragédias clássicas em seu poder elucidador: fica evidente, mais uma vez, a desfaçatez de certos setores da elite editorial dita evangélica, o silêncio pusilânime dos que deveriam se opor à farsa, e a cegueira acerca do nosso real estado enquanto Igreja. Fica óbvia a perda generalizada do senso de sã doutrina, do que é o zelo pela Palavra de Deus, e do que realmente é o amor a Ele, e que vem dEle: pois as novas ovelhas e as vindouras têm diante de si o mau exemplo levado à glória, apenas para que o lobo alfa morto seja visto com a mais tenra irmãzinha do rebanho. Preparada está a armadilha para que sejam abatidas no altar da mentira ideológica, da distorção abusiva de preceitos bíblicos elementares, e da relativização do que Deus estabeleceu para a família.
E é por isto que devemos chorar por nossas ovelhas, por nossa igreja. “Areté” é uma palavra grega que significa excelência, virtude, qualidades nobres da alma, da inteligência, e retidão moral. A homenagem ao bispo vermelho entusiasta da poligamia denota o perfeito contrário do que “areté” pode significar. E o quanto temos chamado, na produção cultural evangélica brasileira, o mal de bem, o repulsivo de louvável, e sequer atentarmos para isso.
Fonte: Gospel+

Por Márcio de Souza em 12 de junho de 2012
A Bíblia condena todo tipo de idolatria. O alvo de nossa adoração deve ser unicamente Deus. Porém existe por aí  um grupo imenso de defensores dos medalhões gospel. Gente que nem sabe o que está dizendo mas que se alguém toca no nome do ídolo dele a coisa pega fogo. Ah se pega! Dizem que quem está falando do objeto de idolatria é invejoso, gostaria de ter o que o sujeito tem ou a fama dele, isso quando não apelam para o absurdo de dizer que condenar as heresias dessa gente é tocar no ungido do Senhor.
As pessoas dizem que a idolatria evangélica não é culpa dos “ídolos”, mas de quem idolatra. Se os cantores e pastores não se comportassem como celebridades, não haveriam idólatras histéricos e sim amigos de caminhada. na minha concepção quem aceita esse tipo de “mimo”, é untado e não ungido, é convencido e não convertido.
Uma leitora minha já dizia outro dia: “O mais engraçado nisto tudo é que a IDOLATRIA EVANGÉLICA chegou num ponto que, qualquer coisa que o ídolo faça é BEM recebido e NINGUÉM pode criticá-lo. Isto está muito perigoso. Se o tal sujeito ou grupo de música fez muitas obras, mas disseminou heresias, onde há crédito nisso?”
Pensem nisso queridos leitores! Antes de focar o canhão em minha pessoa, vejam as obras e heresias dos ídolos gospel. Aceitar idolatria é pecado porque Deus não divide a glória dele com ninguém. Vigiem!
E no mais, tudo na mais santa paz!

Igreja Luterana na Alemanha permite que pastores homossexuais vivam com seus parceiros na casa pastoral


Uma decisão tomada pela Igreja Evangélica Luterana da Saxônia, na Alemanha, vai permitir que pastores homossexuais vivam com seus parceiros na casa pastoral de uma comunidade. A decisão foi tomada no final da semana passada pelo Sínodo (parlamento) da igreja, que chegou a um acordo após meses de debate.
O Sínodo manteve a união entre um homem e uma mulher como o modelo ideal para a vida pastoral, como concessão àqueles que exigiam a manutenção da atual norma, datada de 2001 e que proíbe casais do mesmo sexo de ocuparem a casa pastoral. Porém passou a permitir que, em “casos excepcionais”, religiosos homossexuais ocupem a casa pastoral, desde que tenham a aprovação da direção da comunidade.
A decisão dividiu opiniões dentro da igreja, que foi a terceira das igrejas regionais que formam a Igreja Evangélica da Alemanha (EKD, na sigla em alemão) a decidir sobre a questão. Antes da Igreja Evangélica Luterana, as Igrejas Evangélicas de Baden e de Württemberg, também haviam decidido a favor dos pastores homossexuais em “casos excepcionais”.
O pastor Christoph Wohlgemuth, de Chemnitz se diz aliviado com a decisão e compara o processo de decisão da igreja com sua própria luta pra se assumir homossexual. “Foi uma luta de um ano”, afirmou. Wohlgemuth atualmente trabalha num hospital e mora numa casa particular, mas com as novas regras sua situação pode mudar.
Segundo a Deutsche Welle, o estudante de teologia David Keller, que é contrário a decisão, afirma que homossexuais nem deveriam ser autorizados a exercer o sacerdócio ou assumir cargos eclesiásticos. Keller diz ser tolerante em relação aos homossexuais, mas afirma que essa tolerância alcança um limite ético na questão das casas pastorais. A maioria dos opositores dos casais homossexuais se mostra cuidadosa ao criticar a decisão.
Com um tom diferente da maioria dos opositores, um pastor de Chemnitz, enviou uma carta às comunidades da Saxônia na qual diz que a Bíblia vê “a prática da homossexualidade como uma terrível aberração e um dos piores pecados” a despertar a ira de Deus.
Ralf Michael Ittelmann, do movimento gay-lésbico cristão de Dresden, defende a ideia de que homossexualidade e cristianismo não são contrários, e afirma que “não há nada definitivo sobre esse tema na Bíblia, que fala de práticas específicas, como a pederastia, mas não de parcerias homossexuais”.
De acordo com o porta-voz da igreja, Matthias Oelke, por enquanto a decisão não tem efeitos práticos, pois nenhum dos pastores homossexuais da igreja manifestou interesse em fazer uso do novo direito. A Igreja Evangélica Luterana da Saxônia tem cerca de 700 pastores e pastoras, e entre esses 15 se declaram homossexuais.
Fonte: Gospel+

Pesquisas constatam que pastores abandonam ministério por causa de dificuldades e efeitos colaterais


Publicado por Tiago Chagas em 13 de junho de 2012
O ministério pastoral tem sido alvo de pesquisadores interessados em compreender a rotina e a motivação dos homens que assumem posição de liderança frente a comunidades.
De acordo com pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos pelos institutos Fuller, George Barna e Pastoral Care, 45,5% dos pastores afirmaram estarem deprimidos, de acordo com informações do site The Christian Post.
Há relatos de ministros que viveram desgastes em suas vidas pessoais, como o pastor presbiteriano José Nilton Lima Fernandes, que chegou a duvidar de seu chamado e enfrentou um divórcio. O pastor licenciou-se de seu cargo e após casar novamente, voltou a pastorear uma igreja, porém não descarta outra pausa em seu ministério, caso as circunstâncias o obriguem: “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, afirmou à revista Cristianismo Hoje.
As mesmas pesquisas apontaram também que 85% dos pastores entrevistados demonstraram fadiga por lidar com os problemas de terceiros, e 70% disseram sofrerem de baixa autoestima.
O diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Lourenço Stélio Rega afirmou que aproximadamente 50% dos alunos que se matriculam no curso de teologia da instituição que ele representa desistem antes do final do curso.
O diretor ressalta ainda que os desistentes compreendem que a dificuldade faz parte do ministério, e assim, abandonam a carreira.
Para o pastor Gedimar de Araújo, Igreja Evangélica Ágape, o tamanho e a intensidade da cobrança sobre um pastor são grandes: “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas”, afirmou.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Superando a Crise da Falta de Direção


Salmo 23.3


INTRODUÇÃO

Penso que um dos momentos mais estressantes da vida é aquele em que temos de tomar decisões. Os momentos de indecisão geram angústia e ansiedade, isto porque queremos ser bem sucedidos em nossas escolhas.

São tantas as situações, em que às vezes nos encontramos, nas quais desejamos saber qual é a vontade de Deus para nós. Com quem casar? Que profissão devo seguir? Devo vender aquela casa? Devemos ter mais um filho? Será que devo aceitar esta proposta de emprego? Sem querer antecipar respostas, podemos dizer que toda vida de verdadeiro êxito tem de ser planejada por Deus. “Por mais cuidadosamente que elaboremos o nosso próprio padrão, por mais sinceros e consagrados que sejamos, certamente faremos a escolha errada se não tivermos a orientação divina”. Deus vê o futuro que não conseguimos ver. Ele vê os abismos, e por isto mesmo pode seguramente nos orientar e guardar de tropeços.

Vejamos quais são os métodos que Deus usa pra nos ajudar a tomar decisões acertadas na vida. Antes é necessário que se diga que a ordem desses passos é importante.

1. DEUS NOS ORIENTA PELAS SAGRADAS ESCRITURAS

A Bíblia é um dos métodos que Deus usá para nos dirigir dentro de sua vontade. No texto de 2 Tm 3.14-17 Paulo nos ensina quatro verdades sobre a Bíblia;

1.1. Ela nos foi dada para nosso aprendizado. Vemos nas Escrituras, orientações de como devemos agir, como por exemplo: no namoro, como ganhar dinheiro, relacionamento marido-mulher, amizades etc.

1.2. Ela nos foi dada para nossa repreensão. A ideia é que Deus nos “força a voltar para Ele”.

1.3. Ela nos foi dada para nossa correção. 

1.4. Ela nos foi dada para a nossa educação em justiça. Nenhum desses benefícios alcançaremos se não lermos a Bíblia. Quando a lemos vamos tomando conhecimento daquilo que Deus quer fazer em nós (Salmo 119.35,105).

2. ESTEJA DISPOSTO A OBEDECER A DEUS (Rm 12:1-2)

Em outras palavras, mantenha-se dentro dos limites da vontade já revelada de Deus.

Há muitas orientações seguras nas Escrituras. É verdade que na Bíblia não se diz se alguém deve se casar com a morena ou com a loirinha, mas há informações com quem não devo casar (2 Co 6.14,15). Não existe nada sobre se devo aceitar este ou aquele emprego, mas tenho diretrizes de como ganhar dinheiro, e preciso obedecer a estes princípios já revelados.

Precisamos estar submissos à vontade de Deus já conhecida e revelada (Rm 12.1-2). Quando nos submetemos a Deus, conhecemos sua vontade (SI 37.4).

3. BUSQUE CONSELHOS COM PESSOAS TEMENTES A DEUS (Pv 12.15; 15.22; 19.20)

Quem toma decisões sozinho é tolo. É preciso ser humilde para consultar outros. Mas é preciso dizer que estes conselheiros precisam ser fiéis, pois quem busca conselheiros de sua conveniência está enganando a si mesmo.

O erro de Roboão foi ouvir conselhos de gente errada (1 Reis 12).

4. PEÇA SABEDORIA A DEUS

Sabedoria é a capacidade de fazer uso do conhecimento; combinar discernimento com conhecimento.

Sabedoria é mais que conhecimento, é como eu aplico o conhecimento adquirido. Paulo em Cl 1.9 ora da seguinte maneira: “Que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual” (grifo da citação).

A oração é o caminho para se conseguir esta sabedoria (Tiago 1.5). “Se, porém, alguém de vós necessita de sabedoria peça-a a Deus…” Não ter uma vida de oração, é tentar caminhar no escuro; não vejo os buracos e acabo caindo neles.

5. DESCANSE NA SOBERANA PROVIDÊNCIA DE DEUS (Pv. 16.1)

Nada acontece ao cristão por acaso. Com Deus nunca há acidentes, pois com ele tudo acontece por desígnio. Na vida temos que aprender a esperar e obedecer. Os métodos de Deus geralmente parecem inexplicáveis, se não irracionais, porque ocasionalmente eles nos colocam em situações às quais pensamos não pertencer ou em que não desejamos estar. Se Deus age assim, ele tem motivo para isso. O propósito talvez não seja aparente de imediato, mas ele cooperará no final para o nosso bem (Rm. 8.28).

Às vezes não importa o quanto nos esforcemos, as coisas não saem como planejamos (Tg 4:13-17; At 18:21; 16:7; Rm. 1:10). Temos que descansar na providência divina.

A boa notícia da providência é que Deus está cuidando de nós (1 Pe 5.7). Deus nunca permite que pessoas que buscam agradá-lo, que são tementes, oram, buscam conselhos, leem a Bíblia, venham a ser quebradas pelas decisões erradas na vida.

Creia que Deus tem um plano para nossa vida e cada circunstância de nossa caminhada, contribui para este plano que Deus tem para nós. Deus tem o melhor.

6. USE SUA CAPACIDADE DE AVALIAÇÃO (At 15.22)

Deus nos deu um cérebro e espera que o usemos. É preciso apelarmos para o “bom senso”, a inteligência. É preciso pensar e não agir por impulsos; é necessário avaliar as consequências, e estudar os casos precedentes. Será que faz sentido esta decisão? Qual a melhor coisa a fazer neste momento? Que consequência isto trará? Tem lógica o que pretendo fazer?

A razão, a lógica, e o bom senso, está no final da fila como um instrumento de auxílio para a tomada de decisões coerentes. Entretanto, uma vez que sou sensível à direção de Deus, usarei minha razão com bom senso sempre estando de acordo com os sinais que Deus me dará para revelar a sua vontade.

Um exemplo de uso desta capacidade de avaliação é uma pessoa que está em dúvida se sai ou não do emprego atual. Ela poderá decidir sair ou não, se tiver uma outra proposta, caso contrário, terá muitas dores. Então deve orar, e perceber qual vontade de Deus, e usar o bom senso e avaliação para não tomar uma decisão precipitada. 

7. Conclusão

Estudamos que Deus nos orienta pelo uso correto da Bíblia, pela nossa disposição em obedecê-lo, pelo conselho de pessoas fiéis, pela oração, por sabedoria, pela sua divina providência e pelo uso do bom senso.

É possível fazer tudo isto e mesmo assim ainda ter algum grau de dúvida sobre a direção que Deus quer dar. Neste caso, podemos estar certos de que não importa quais sejam as decisões que tomaremos, Deus estará cuidando de nós.

 Autor: Pr. Josias Moura 
  Divulgação: EstudosGospel.Com.BR