Discípulo do Mestre e Senhor Jesus Cristo
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A Graça da Garça

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Não consigo entender cristãos que se dizem comunistas


Por Renato Vargens





Neste último final de semana participei no Rio Grande do Sul, como preletor de um Congresso Missionário organizado pela Igreja Irmãos Menonitas. Na ocasião tive a oportunidade de conhecer e conversar com um pastor otagenário, cuja família sofreu horrores nas mãos de Stalin.  De forma emocionante, meu novo amigo me contou as barbáries cometidas pelo ditador russo, bem como, a forma sangrenta com que milhares de cristãos menonitas foram mortos em nome do comunismo. 

Pois é, ao ouvir sobre os tristes relatos de irmãos em Cristo que foram assassinados por esse maldito sistema fui tomado de grande emoção. Segundo o pastor quase 100 mil menonitas foram mortos ou levados para apodrecerem nas masmorras da Sibéria.

À luz de histórias como essa, confesso que não consigo entender como é que cristãos podem se dizer comunistas.  Lamentavelmente tem sido comum encontrarmos nesse brasilzão de meu Deus, uma relativa quantidade de crentes em Jesus identificados com o comunismo. Para tanto, basta andarmos pelas ruas ou visitarmos algumas reuniões evangélicas que encontraremos jovens vestidos com camisetas estampadas com as fotos de Che Guevara, Fidel Castro e outros tantos mais. Se não bastasse isso, volta e meia vejo pastores e teólogos fazendo alusões “positivas” tanto no púlpito, como nos seminários a idealistas como Karl Marx e Friedrich Engels.

Caro leitor, talvez você não saiba mas o comunismo matou mais pessoas do que o Nazismo de Hitler. De acordo com "Le livre noir du communisme" (Livro Negro do Comunismo)  o comunismo produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas.

Os números de mortos pelo comunismo estão assim classificados por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).

O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses, após a revolução de outubro de 1917.

Fidel Castro é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, tiveram que fugir durante o regime comunista. Fidel criou uma nova espécie de refugiado, os "balseros", (fugiam de Cuba em balsas improvisadas), milhares dos quais naufragaram antes de alcançarem a liberdade.

Prezado irmão,  alguém já disse que o o comunismo é uma das mais bem sucedidas armas satânicas dos últimos tempos, e  que tem destruido milhões de pessoas no mundo, incutindo na mente de jovens e adultos tanto o ateísmo como  o materialismo. O famoso primeiro ministro inglês Winston Churchill (1874-1965), afirmou que o socialismo é o evangelho da inveja, o credo da ignorância, e a filosofia do fracasso. Martin Luther King chegou a afirmar que o comunismo existe  por que o cristianismo não está sendo suficientemente cristão.

Isto posto, a  luz destas afirmações, além é claro de entender que o comunismo ASSASSINOU milhares de cristãos no século XX, sou levado a acreditar que boa parte dos evangélicos  se envolveram  com essa filosofia satânica e maldita por desconhecimento histórico, até porque, recuso-me a acreditar que existam pessoas regeneradas pelo Espírito de Deus que verdadeiramente acreditem neste sistema do mal.

Pense nisso!

renatovargens.blogspot.com.br


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ELES DEIXARAM SAUDADES


 Por George Gonsalves

Em 2011 a igreja cristã perdeu alguns de seus preciosos membros. Faço menção a pelo menos três deles que marcaram a história da igreja:                                                    
                                                         
DAVID WILKERSON. Nascido em 19 de maio de 1931, no Texas e faleceu em 27 de abril, nos Estados Unidos. Pastor Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério, aproximando-se de membros de gangues e viciados em drogas em Nova Iorque, como disse em seu livro, o best-seller "A Cruz e o Punhal".

Seu trabalho deu o start no mundo às atividades cristãs de recuperação de dependentes químicos, por meio de centros de recuperação. Em 1971, começou a World Challenge, Inc. como um guarda-chuva para suas cruzadas, conferências, evangelismo e outros ministérios.

A Igreja de Times Square foi fundada sob os parâmetros do grupo em 1987. Atualmente ela é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8 mil membros.

Em português há várias obras de David Wilkerson: "Depois da cruz e o punhal" (Vida), "Tocai a trombeta em Sião" (CPAD), "Faminto por mais de Jesus" (CPAD), "David Wilkerson exorta a igreja" (Vida), dentre outras. 

Veja último devocional de David Wilkerson postado no dia de sua morte:



JOHN STOTT. Nascido em 27 de abril de 1921 e falceu em 27 de julho, na Inglaterra. Foi pastor anglicano, conhecido como uma das grandes lideranças mundiais evangélicas. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.

Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Congresso de Lausanne, em 1974, quando se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral – uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos.

Em 1982, fundou o London Institute for Contemporary Christianity. Escreveu cerca de 40 livros, entre os quais “Cristianismo Básico” (Ultimato), ”Porque Sou Cristão” (Betrand Russell) "Ouça o Espírito, ouça o mundo" (ABU), A cruz de Cristo (Vida) e Por que sou cristão (Ultimato) e outros. O primeiro vendeu mais de 2 milhões de cópias e foi traduzido em mais de 60 línguas.

Billy Graham chamou John Stott de “o mais respeitável clérigo no mundo hoje”. Sua influência fez com que a revista Time o colocasse na lista das 100 pessoas mais influentes do século XX.

Veja vídeo sobre a vida de John Stott:



WILLIAM MENZIES. Nascido em 1931, faleceu no dia 15 de agosto, nos Estados Unidos. Menzies foi missionário e educador na AD nos EUA e, ao lado de Stanley Horton, notabilizou-se como um dos grandes nomes da Teologia Pentecostal.

Aos 25 anos de idade, foi ordenado ao ministério pastoral. Em seu profícuo ministério, fundou e pastoreou igrejas em Michigan (1954-1958) e Iowa (1963-1964).

Desde cedo em seu ministério Menzies se destacou como ensinador, lecionando em três escolas teológicas da AD norte-americana: Central Bible College (1958-1970), Evangel College (1970-1980 e 1987) e no Theological Seminary (1980-1984).

Menzies foi designado como consultor teológico de várias comissões do Concílio das Assembleias de Deus dos EUA, editou a revista de jovens da denominação em seus primeiros anos e escreveu a história autorizada da AD norte-americana em 1971, uma adaptação de sua tese de doutorado. Em 1970, fundou com Vinson Synan e Horace Ward a Society for Pentecostal Studies (Sociedade para Estudos Pentecostais), sendo o seu primeiro presidente e o primeiro editor de seu jornal “Pneuma”, de 1979 a 1983.

Dr. Menzies foi um grande incentivador da obra missionária, tendo, inclusive, viajado por todos os EUA e Europa, e grande parte da América do Sul e Ásia, para ministrar Missiologia, formando milhares de missionários. Em sua estada missionária nas Filipinas no final dos anos 80, fundou ali o Asia Pacific Theological Seminary, sobre o qual presidiu e foi chanceler, até meados dos anos 90. Menzies foi convidado frequente para participar na formação de vários comitês de Laussane, desde a sua participação na segunda edição da Consulta, em 1984. Em 1986, ele foi nomeado editor consultivo da revista “Christianity Today”, na época a principal revista evangélica dos EUA.

Menzies também foi vice-presidente da Comissão Editorial norte-americana que trabalhou na elaboração original dos comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal (BEP), lançada no Brasil em 1995. Professor Menzies é também autor de várias obras teológicas, dentre elas “Doutrinas Bíblicas” (CPAD), em co-autoria com o renomado teólogo pentecostal Stanley Horton e "No Poder do Espírito" (Ed. Vida) em co-autoria com seu filho Robert Menzies.



Fontes:

CRISTIANISMO


"Assumo como verdade que a revelação cristã é a única revelação plena e que a plenitude da revelação cristã reside no fato essencial da Encarnação... Considero a divisão entre os que aceitam, e os que negam, a revelação cristã como a mais profunda divisão entre os seres humanos."
T.S. ELIOT

"Se você está à procura de uma religião que o deixe confortável, definitivamente eu não lhe aconselharia o cristianismo."
C.S. LEWIS

"Temos plena convicção de que o cristianismo pode sustentar-se sobre suas próprias pernas. Cristo não precisa de nossa nervosa defesa."
A.W. TOZER

"O cristianismo não é uma teoria, é uma experiência."
PAUL E. HOLDCRAFT 

"O cristianismo não é primariamente um código moral, mas um mistério permeado de graça; não é essencialmente uma filosofia do amor, mas um caso de amor, não é agarrar-se com unhas e dentes a regras, mas é receber um presente de mãos abertas."
BRENNAN MANNING


"O cristianismo é mais do que os ensinamentos de Jesus; é a pessoa de Cristo dentro do coração."
GEORGE MÜLLER

"A grande necessidade do mundo é a cristianização do cristianismo."
JOSEPH COOK

"Temos plena convicção de que o cristianismo pode sustentar-se sobre suas próprias pernas. Cristo não precisa de nossa nervosa defesa."
A.W. TOZER


"O cristianismo veio ao mundo acima de tudo para afirmar com veemência que o homem não só não devia olhar para dentro, mas devia olhar para fora, contemplar com assombro e entusiasmo uma companhia divina e um capitão divino."
CHESTERTON


"O cristianismo promete tornar os homens livres; não promete, todavia, torná-los independentes."
WILLIAM R. INGE


"Insistindo especialmente na transcendência de Deus, temos deslumbramento, curiosidade, aventura, moral e política, indignação justa – cristianismo."
CHESTERTON


"O cristianismo não é uma religião, é uma relação."
ELEANOR L. DOAN

"O cristianismo é um paradoxo sobre-humano segundo o qual duas paixões opostas podem arder lado a lado."
CHESTERTON

"Acredito no Cristianismo como acredito que o Sol nasceu, não apenas porque eu o vejo, mas porque por meio dele eu vejo o resto."
C.S. LEWIS

4 FATOS HISTÓRICOS QUE GOSTARIA DE TER PRESENCIADO


Por George Gonsalves

http://www.cafeentreamigos.com/

                Os acontecimentos que citarei me trazem inspiração para uma vida mais virtuosa e plena. Fazem-me lembrar que, em meio a um mundo em que prevalece o pecado (incluindo a omissão), podemos fazer opções em direção à verdade, à santidade e a Deus.  

                 Obs.: Não citei nenhum evento bíblico (que ocupariam todas as posições), pois para mim são hours concours. Não posso comparar, por exemplo, estar um momento com Cristo com nenhum outro evento histórico. 

Lutero em Worms
Martinho Lutero havia sido convocado para comparecer perante o imperador Carlos V da Alemanha, na Dieta em Worms. Lá seria pressionado a renegar sua fé e seus escritos, considerados heréticos pela então poderosa igreja católica. Para muitos, sua ida à Dieta era sua estada antes de parar na fogueira da inquisição.  
Seus amigos tentaram convencê-lo a não ir. Ele escreveu a um deles: “Cristo está vivo e nós entraremos em Worms a despeito de todas as portas infernais e de todas as potências do ar”.
Gostaria de ter estado em Worms no dia 18 de abril de 1521. Perante todos, Lutero foi perguntado se se retratava ou não de seus escritos. Ele, então, pronunciou estas palavras: “A minha consciência está cativa nas palavras de Deus. Revogar o que quer que seja, não posso nem quero. Porque agir contra a sua própria consciência não deixa de ser perigoso e não é honesto. Que Deus me ajude. Amém!”.

Whitefield pregando

George Whitefield (1714-1770) chegou para anunciar o evangelho. Não havia teto sob sua cabeça. A pregação ao ar livre era considerada um escândalo para muitos. Diante de milhares de mineiros do violento distrito de Kingswood, que estavam com os rostos negros de carvão, ele falou sobre o milagre do amor de Deus. Durante a mensagem, a dureza de muitos corações é quebrada. Ele descreve: “Quando eu lhes estava pregando, de repente comecei a observar sulcos brancos em seus rostos enegrecidos”. Lágrimas de contrição escorriam pelos olhos de homens antes endurecidos.  
Gostaria de ter ouvido a voz do pregador que, sem aparelho de som, pregava para mais de trinta mil pessoas, e impactava os que o ouviam.     

Martin Luther King: "Eu tenho um sonho" 
Queria estar em Washington, capital dos Estados Unidos, no dia 28 de agosto de 1963, quando o pastor Martin Luther King pronunciou o discurso: "Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream"), no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos nofuturo. King falou nos degraus do  Lincoln Memorial para mais de duzentas mil pessoas.
Em um trecho ele disse: “Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta”. 


Jovem pára fileira de tanques em Pequim 

Mesmo que de longe, queria ter visto o momento em que um jovem solitário e desarmado fez parar uma fileira de tanques de guerra do maior exército do mundo, o chinês. O fato se deu em 4 de junho de 1989 e marcou o fim de uma série de manifestações ocorridas desde o dia 15 de abril daquele ano em Pequim, capital chinesa. Neste período, manifestantes, sobretudo estudantes universitários, intelectuais e trabalhadores acamparam na Praça da Paz Celestial (Tian An Men) com o objetivo de reivindicar maior liberdade política.
O governo chinês enviou tropas para a praça e promoveu aquilo que ficou conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial.
O rapaz, que ficou conhecido como "o rebelde desconhecido" ou “o homem dos tanques" foi eleito pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do século XX. Sua identidade e seu paradeiro são desconhecidos até hoje.

O ERRO DE PREGAR APENAS O QUE SE VIVE



Por George Gonsalves 
                

Sêneca
“Não é de estranhar se não consegue atingir o cume quem tenta uma escalada difícil.”                                                                                                                                                                                                

Autor desconhecido           
“Quem não vive como pensa, acabará pensando como tem vivido.”                                                                                                                                 

Certa vez o escritor russo Tolstoi disse que uma pergunta sempre lhe era feita: “você prega muito bem, mas faz aquilo que prega?”. Esta indagação muitas vezes é dirigida aos cristãos. O que devemos fazer? Alguns caminhos devem ser evitados.

      Em primeiro lugar, há o caminho do cinismo. 
Aqueles que o usam admitem que não vivem o que pregam, mas tampouco estão preocupados em “prosseguirem para o alvo”, em “crescerem na graça e conhecimento do Senhor”. São acomodados nos seus pecados. Admitem que o evangelho tem um patamar ético elevadíssimo, mas não buscam meios para se santificarem e se aproximarem do Senhor. Quando confrontados com seus pecados, se utilizam de frases como: “todos são pecadores” ou “atire a primeira pedra quem não tem pecado.”

       Outro caminho que devemos evitar é o da arrogância. 
É trilhado por quem acha que vive a plenitude dos ensinamentos bíblicos. Ele rebaixa a doutrina cristã para que se adapte ao seu modo de vida. O seu credo é cuidadosamente selecionado, com textos bíblicos que não incomodem sua consciência. Se apega a promessas estampadas nas Escrituras, que acalentam sua alma, ou a aspectos teológicos profundos do evangelho, que exigem mais de sua mente do que do seus braços, pernas e...bens.

       Para não trilharmos o caminho do cinismo nem da arrogância, precisamos admitir: “não podemos pregar apenas o que vivemos”. Não estou fazendo uma defesa da hipocrisia, tão combatida por Jesus. O hipócrita finge uma santidade que não tem, encena piedade para sobrepor-se a outros. Ocorre que, se pregarmos apenas o que vivemos estaremos ocultando a grandeza do evangelho. Nossa debilidade não deve impedir que o anunciemos em sua inteireza. Ele é digno que falemos dele, apesar de nossa incompetência para vivermos à sua altura.

       Tolstoi reconhecia que o evangelho era superior à sua capacidade de vivê-lo. Em uma carta, ele procurou responder à pergunta que coloquei no início: “Posso pregar apenas através de minhas ações, e minhas ações são vis (...) E respondo que sou culpado, e vil e digno de receber as críticas por meu fracasso em cumpri-las (...) Ataque-me – eu mesmo faço isto -, mas ataque a mim mesmo, em vez de culpar o caminho que sigo”.   
 
       Precisamos, pois, anunciar que sempre devemos perdoar o próximo, mesmo que nosso coração não esteja pleno de amor, ou ainda, que Cristo exige de nós renúncia, ainda que estejamos negligentes quanto a isto. Contudo, mesmo que admitamos a distância entre nós e o padrão de vida neotestamentário, é preciso que desejemos alcançá-lo. Fomos feitos para Deus e para Ele devemos dirigir nossa vida. Às vezes, sinto-me esmagado pela percepção do quão distante estou do padrão bíblico para nossas vidas. Mas, não podemos ficar imóveis. O apóstolo Paulo se declarou como “o principal dos pecadores” e o “mínimo de todos os santos”. No entanto, revelou um desejo intenso que o impulsionava para uma vida mais piedosa, que se conformasse com Cristo: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp. 3:12). Que o reconhecimento de nossa miserabilidade seja proporcional ao anseio de nos assemelharmos a Cristo.