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A Graça da Garça

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

PEDIDO DE AJUDA DE UMA EVANGÉLICA CONFUSA


Queridos irmãos,


Eu gostava muito das imagens. Tinha muitas em minha casa, imagens de vários santos, mas tinha também uma estatueta de Buda, em quem também depositava alguma fé pelo que ele representou à religião budista. Foi meu filho que me deu, e me explicou algumas coisas sobre este tal de budismo. Achei muito bonito, e fiquei com o pequeno Buda. Entretanto, alguns crentes me disseram que estas imagens era idolatria. Um dia, eles vieram na minha casa e citaram para mim o texto de Êxodo 20:3-5 que diz “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas, nem as servirás: porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso...”, e por causa disso compreendi que era pecado. Quebrei todas, joguei-as no lixo. Converti-me à fé evangélica, e hoje sou feliz em minha Igreja.

Mas o processo de santificação é um processo lento. Tive muito, mas muito mesmo, trabalho para me desvencilhar dos discos que tinha, já que eu gosto muito de música. Tinha coleções inteiras de alguns artistas que eu gostava, como Roberto Carlos, Zezé de Camargo & Luciano, Luiz Gonzaga, Altemar Dutra e Nelson Gonçalves. Guardava muitos discos de vinil antigos (que foram do meu pai) e tinha diversos CDs. Mas os meus irmãos da Igreja foram fundamentais neste meu processo de libertação. Ajudaram-me muito, me aconselharam a não ouvir músicas do mundo. Um dia, meu pastor me fez uma visita e em tom amável me aconselhou a me desfazer destes discos. Mostrou-me na Escritura que eu não devo gostar deste tipo de música, até porque existem músicas cristãs, que foram feitas exclusivamente para adorar a Deus. Mostrou-me na Bíblia: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque, tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo; E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2:15-17). Para mim ficou claro! Mesmo sem entender direito o que significa essa tal de "concupiscência", juntei forças e me desfiz de todos aqueles discos. Não foi fácil. Mas me desfiz de tudo. Não dei a ninguém, pois o que não serve pra gente também não serve para as outras pessoas! Quebrei tudo, e joguei fora. Foi uma manhã inteira nesta tarefa, mas me libertei.

Como vocês podem ver, os irmãos da Igreja foram importantíssimos por abrirem meus olhos. Se eles não me mostrassem na Bíblia estas verdades, eu continuaria imersa nestes pecados! E no meu caso, tudo é mais difícil, pois não tive a oportunidade de aprender a ler. Mas os irmãos sempre leem para mim, e esclarecem as minhas dúvidas!

Mas estou intrigada! Ontem recebi a visita de uma pessoa que não parece ser crente, não! Tinha umas roupas estranhas, tinha tatuagens nos braços, tinha um piercing na orelha... Só abri a porta porque ele me saudou com a paz do Senhor. O problema é que ele abriu a Bíblia e veio me dizer que o sapateado que os irmãos fazem na Igreja e nos cultos aqui em casa não é bíblico! Não é possível!! Como, logo os irmãos, que com a Bíblia na mão, lendo para mim os textos que citei, me convenceram pela Bíblia que eu estava errada quando idolatrava santos e cantores! Eles leram a Bíblia para mim!! E disseram que a Bíblia deveria ser a minha regra de fé e prática!! Disseram que enquanto eu não seguir fielmente o que está escrito nela, estarei fazendo errado diante de Deus!! Não pode ser!!

Este “irmão” (que eu estou com sérias dúvidas se é crente mesmo!) abriu sua Bíblia e leu para mim um texto, que segundo ele está em 1 Co 14:26-33: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos juntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois, ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo e com Deus. E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos”.

Ele passou o tempo todo falando em "ordem e decência". Perguntou-me se os "cultos de sapateado" (foi esta expressão que ele usou!) tinham alguma ordem, alguma decência. Fiquei calada. Não tive coragem de responder para não blasfemar contra o Espírito Santo, mas lembrei-me do culto da semana passada, quando a irmã Suellen caiu no poder e ficou com a saia levantada; foi preciso que as obreiras corressem e cobrissem suas pernas e suas partes com uma toalha...

E ele prosseguiu com a leitura... Terminou lendo três capítulos inteiros de 1 Coríntios, o 12, o 13 e o 14. Conversou muito, me fez perder quase a tarde toda com o converseiro dele, e no final orou por mim e foi embora, me deixando com a cabeça toda embaralhada e com a pulga atrás da orelha...

Confesso que fiquei muito confusa. Realmente, o meu pastor me disse que eu deveria acreditar na Bíblia, e seguir somente o que está escrito nela. Mas como pode ser?? Eu estou há quase um ano na Igreja, e nunca vi ninguém ler este texto lá. Pelo contrário, cada culto que eu vou, cada reunião de círculo de oração, cada vigília, acontece exatamente o contrário!! Aliás, é o céu na terra!! O fogo de Jeová incendeia a Igreja, os irmãos rodopiam, marcham, sapateiam... É uma glória...

Queria que vocês me ajudassem a esclarecer este problema. Afinal, este texto que este “irmão” aí leu pra mim é Bíblia mesmo? Ontem a noite mesmo, quando fui para a Igreja, eu contei o acontecido ao meu pastor, mas notei que ele desconversou. Disse que o Espírito Santo faz o que quer na Igreja! Disse que só quem entende essas coisas é quem já experimentou do poder. Disse que eu não devo dar ouvidos a uma pessoa que eu nem sei se é crente. Aliás, a irmã Zefinha, dirigente do círculo de oração, me disse que pelas roupas que ele vestia, pelas tatuagens e pelo piercing, com certeza crente ele não é!

Acho que a Bíblia que ele abriu e leu pra mim é aquela tal Bíblia das Testemunhas de Jeová, que o meu pastor disse que eu não deveria nem pegar nela!! O texto que ele leu não está na verdadeira Bíblia, não! Não pode ser! Se este texto fosse da Bíblia dos crentes, a verdadeira, era seguido também lá na minha Igreja! Afinal, foram eles mesmo que me ensinaram a obedecer a Bíblia, somente a Bíblia...

Por favor, me ajudem!

Irmã Lucinha



* estória fictícia, porém MUITO REAL. Nomes fictícios. Qualquer semelhança com fatos, acontecimentos, crentes, igrejas, pastores e doutrinas NÃO é mera coincidência!


Zilton Alencar  mandou a estória da irmã Lucinha para o Genizah

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O mormonismo e a busca frenética pelo passado




O mormonismo é o movimento iniciado em 1830, nos EUA, por Joseph Smith. Tudo começou quando, segundo o “profeta”, um anjo chamado Moroni apareceu a ele e revelou a existência de placas de ouro enterradas no monte Cumora, perto de Palmyra, Nova York, dando conta dos antigos habitantes da América, como também da plenitude do evangelho eterno. Após quatro anos de peregrinação ao monte (em 1827) Smith recebeu do anjo a autorização para retirar as placas e iniciar o trabalho de tradução. Finalmente, em 1830, era publicado o Livro de Mórmon.

No mesmo ano, com ajuda de cinco outras pessoas, Joseph Smith fundou a Igreja de Cristo, hoje denominada Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Sob a liderança de Smith, ela começou em Fayette, Nova York.

O primeiro Templo mórmon foi construído em Kirtland, e inaugurado em 27 de março de 1836. Durante o verão de 1839, sete membros do Conselho dos Doze Apóstolos partiram de Nauvoo para inaugurar a primeira missão fora dos Estados Unidos; o local escolhido foi à Inglaterra. Depois de alcançar a Europa, de maioria branca, o mormonismo espalhou-se por centenas de outros países do mundo. De acordo com o almanaque da Igreja, seus primeiros membros no Brasil foram os imigrantes alemães Augusta Kuhlmann Lippelt e seus quatro filhos, que chegaram ao Brasil em 1923. O marido, Roberto, foi batizado vários anos mais tarde. Os primeiros missionários foram os “élderes” William F. Heinz e Emil A.J. Schindler, acompanhados por Rheinold Stooof, presidente da Missão Sul Americana em Buenos Aires, Argentina. Em 25 de maio de 1935 foi criada uma missão sediada no Brasil. Walter Martin revela que por volta de 1959, o mormonismo já contava com 3.700 membros. Em 1966 foi organizada a Estaca de São Paulo, a primeira da nação, tendo Walter Spat como presidente. O templo em São Paulo, único no país, foi inaugurado em 30 de outubro de 1979.

As cerimônias secretas no Templo

Se no Oriente Médio as mesquitas funcionam como o eixo principal da fé islâmica, os templos mórmons possuem a mesma importância para seus adeptos. Thelma Granny Geer foi a primeira ex-mórmon a revelar de maneira realista e sem rodeios os rituais secretos que envolvem a fé mórmon. Ela é conhecida nos Estados Unidos e na América Latina por suas conferências sobre o mormonismo. Uma biografia sua pode ser encontrada no livro “Por que abandonei o Mormonismo” (Vida), onde Geer relata sua experiência no mormonismo e como ela encontrou o Senhor Jesus. Entre as páginas 189 e 205 a autora faz um importante apanhado sobre as cerimônias mórmons no templo que, a primeira vista, parece mais com uma iniciação maçônica do que uma simples reunião cristã.

a) Primeiro estado (pré-existente)

Os candidatos apresentam-se na Casa da Dotação, munidos de roupas limpas e de um lanche; eles são admitidos no escritório externo, e suas contas com a Igreja são verificadas por um escriturário. Seus nomes, idade e as datas de sua conversão e batismo são inscritos no registro; os recibos são inspecionados cuidadosamente, e, caso forem achados corretos, isso é registrado. Se surgirem quaisquer marido ou mulher que não tiverem sido selados para a eternidade, o fato é anotado a fim de que a cerimônia seja efetuada na iniciação. Então eles tiram seus sapatos e, guiados pelos atendentes, que calçam chinelos, entram com passos medidos e sem provocar ruído na ante-sala central, uma sala estreita separada por telas brancas de dois outros quartos à direita e a esquerda; o da direita para os homens e o da esquerda para as mulheres.

Prevalece profundo silêncio, enquanto os atendentes comunicam-se através de sinais misteriosos ou sussurros. Uma luz difusa atravessa o ambiente, abrandada por sombras pesadas; somente se ouve o fraco som de água sendo despejada atrás das telas, e o cenário como um todo é planejado com o propósito de imprimir solene temor nos candidatos ignorantes, que esperam numa expectativa reprimida, porém nervosa, por algum evento misterioso. Após alguns momentos de espera solene, os homens são conduzidos ao seu lavatório à direita, e as mulheres à esquerda. A candidata do sexo feminino é despida, colocada na banheira e lavada da cabeça aos pés por uma mulher escolhida para esse propósito. Cada membro do corpo é mencionado com uma benção especial (…) Uma lavagem similar é realizada no candidato do sexo masculino em seu próprio lavatório, e uma benção é pronunciada sobre seu corpo de modo semelhante.

Então, através de uma fenda na cortina, ele é conduzido adiante, ao próximo compartimento. Enquanto faz a passagem, um apóstolo sussurra em seu ouvido “um novo nome, pelo qual ele será conhecido no reino celestial de Deus”.

Chegando à segunda sala, o candidato é ungido com óleo contido em chifre ou em um recipiente de mogno semelhante ao chifre. O óleo é esfregado em seu cabelo e na barba, e sobre cada um de seus membros, que por sua vez são de novo abençoados. Ao mesmo tempo, as mulheres são ungidas em seu próprio lavatório. Então o candidato é ungido numa espécie de túnica ou veste bem justa, que cobre do pescoço aos calcanhares (…).

Neste momento, no quarto adjacente, começa o debate preparatório no grande concílio dos deuses, sobre se eles deverão ou não fazer o homem (…) Enquanto isso, os atendentes colocam os candidatos no chão e fecham os seus olhos. Os “deuses” entram e manipulam membro a membro, especificando a função de cada um deles, e fingem que estão criando e moldando. Então eles dão uma palmada neles com o fim de vivificá-los e representar o poder criativo, sopram em sua narinas o “fôlego da vida”, e levantam-nos sobre os pés. Então supõe-se que eles sejam como “Adão, recém feito, completamente maleável e móvel nas mãos do criador.

b) Segundo estado

Os homens entram em fila na próxima sala, com pinturas e cenário representando o jardim do Éden. Há magníficas cortinas e carpetes, árvores e arbustos em caixas, pinturas de montanhas, flores e fontes, tudo apresentado em luz suave e tons delicados, retratando no conjunto um cenário belo e impressionante. Enquanto eles se movem pelo jardim acompanhando uma música ritmada, surge outra discussão entre os deuses: Miguel propõe diversos animais, um por vez, para que sejam companheiros íntimos do homem, os quais são sucessivamente rejeitados por Jeová, Jesus e Eloim. Então os homens são deitados imóveis, com os olhos fechados; por representação é extraído de cada um deles uma costela, da qual, numa sala adjacente, suas esposas são formadas.

Em seguida ordena-se aos homens que despertem, e eles veem suas esposas pela primeira vez desde que foram separadas na entrada, vestidas quase como eles mesmos. Eles caminham pelo jardim aos pares, guiados pelos oficiantes Adão e Eva, quando Satanás entra na sala. Ele esta vestido com veste bem apertada de veludo preto, consistindo de jaqueta curta e calças até os joelhos, com meias e chinelos pretos, estes últimos com duas pontas. Também traja uma máscara horrenda e um elmo com ponta. Ele se dirige a Eva, que esta separada de Adão, e começa a louvar sua beleza, após o que profere a “tentação”.

c) Terceiro estado

Os homens são colocados um a um sobre o altar, estendidos ao máximo sobre as costas, e o sacerdote oficiante passa imensa faca ou navalha bem afiada ao longo de suas gargantas. Entende-se que, se qualquer um for falso de coração, o Espírito o revelará, e isto significaria sua morte instantânea. É claro que todos passam nesse teste. De novo dão-se as mãos, ajoelham-se e repetem vagarosamente, liderados por Jeová, outro juramento. A penalidade por sua violação é ter seus intestinos cortados e as entranhas dadas como alimento aos porcos com muitos detalhes horrorizantes e desagradáveis (…).

É ministrado outrojuramento de fidelidade e segredo, do qual a penalidade é ter o coração arrancado fora e dado como alimento às aves do céu. Agora os iniciados são declarados aceitáveis a Deus, e é lhes ensinada nova forma de oração, “numa língua desconhecida”, e o Terceiro Grau do Sacerdócio de Melquisedeque é conferido. Então eles são passados “para trás do véu”, uma cortina de linho, e entram na última sala. [1]

d) Quarto estado (o reino dos deuses)

Os homens entram primeiro, e o sacerdote oficiante corta certas marcas em suas vestes e lhes faz pequeno corte logo acima do joelho direito. Então, sob as ordens de Eloim, eles introduzem suas mulheres na sala, uma a uma. Então se realiza o “selo para a eternidade” para todos os que antes estivessem apenas “casados para o tempo”.

Então os iniciados se retiram, recolocam suas roupas comuns, recebem um lanche e voltam para ouvir longa mensagem, explicando toda a alegoria, e suas obrigações futuras como consequencia dos votos que fizeram. A cerimônia toda, coma mensagem, leva cerca de dez horas.

A importância das genealogias no Ritual de Dotação

De acordo com o testemunho de Geer, a obra “vicária” do mormonismo pelos mortos se inicia nos fundamentos do templo, nos templos mais antigos. Lá são celebrados milhões de batismos substitutivos. Jovens mórmons, em favor de seus parentes mortos, são totalmente imersos na grande pia batismal oval, que repousa nos ombros de doze bois de bronze. Esses jovens às vezes chegam a ser “batizados e confirmados pelos mortos” até cinquenta ou mais vezes em uma sessão de batismos no templo, conforme o número de seus parentes mortos.

Desde que foi estabelecido o batismo pelos mortos (ou batismo por procuração), os mórmons perceberam a necessidade de conhecer seu próprio passado como forma de “salvar” seus ancestrais. No livro “Ensinamentos dos presidentes da Igreja”, Heber J. Grant faz o seguinte comentário sobre o trabalho de compilação de genealogias.

“A partir da época da visita de Elias, o profeta, restaurando as chaves que ele possuía e voltando o coração dos filhos aos pais [ver D&C 110.13-15], tem-se observado, no coração das pessoas de todo o mundo, o surgimento de um desejo de aprender sobre seus antepassados.

Os homens e mulheres de todo o mundo têm organizado sociedades, procurado dados de seus antepassados e compilado registros genealógicos de seus familiares. Têm-se gasto milhões de dólares com essa finalidade. Já conversei diversas vezes com homens que despenderam grandes somas para coligir um registro de seus antepassados, e depois de terminarem, quando alguém lhes perguntava o motivo de tal empreitada, eles respondiam: “Não sei; fui impelido por um desejo incontrolável de compilar esse registro e de investir financeiramente nisso. Agora que terminei, não tenho nenhum uso especial para ele”. Os santos dos últimos dias dão a esse tipo de dados um valor inestimável.

Oro para que oSenhor nos inspire a todos para que tenhamos maior diligência ao realizarmos com todas as nossas forças os deveres e labores que nos cabem no tocante à obra vicária por nossos antepassados (…) Quando buscamos com sinceridade, ano após anos, conhecer sobre nossos familiares que morreram sem o conhecimento do evangelho, tenho certeza de que o Senhor nos abençoa para que tenhamos êxito”. Grant concluiu dizendo que “a salvação dos mortos é um dos propósitos da restauração do evangelho eterno e do restabelecimento da Igreja de Jesus Cristo nesta época”. [2]

A abóbada inexpugnável

Segundo Jimmy Swaggart, a igreja mórmon construiu uma abóbada dentro de uma montanha cerca de 32 quilômetros ao sudoeste de Salt Lake City, a um custo de 1.500.000 dólares, com o fim de prover segurança à prova de terremotos e bombas para seus microfilmes genealógicos e outros registros da igreja. Seis aberturas no lado desta montanha dão entrada a enormes túneis que servem como áreas de armazenamento. As paredes são pintadas com cores suaves e cada túnel é equipado com luzes fluorescentes e controles que mantêm temperatura e umidades constantes. A teologia mórmon ensina que os mortos não salvos podem ser batizados por procuração e que se pode realizar casamentos por eles, capacitando-os, assim, a irem para o céu, casarem-se lá, e continuar a progredir e ter filhos.

Os mórmons rejeitam a autoridade final da Bíblia. Hugh B. Brown da Primeira Presidência da igreja mórmon, sobre o assunto da revelação, afirma que: “A igreja é submissa a nenhum credo formal ou inflexível, mas seus membros são instruídos a crer nas revelações do passado e viver por elas e assim prepara-se para as revelações que ainda virão”. Em outras palavras, ela pode manufaturar doutrinas com o passar do tempo.[3]

Referências Bibliográficas
1. MARTIN, W. O caos das seitas, volume II, Belo Horizonte – MG: editora Betânia, primeira edição, 1992, págs. 89 – 90.
2. GEER, T.G. Porque abandonei o mormonismo, São Paulo – SP: editora Vida, 1991, págs. 189 -191, 193 -195, 204 – 205.
3. GRANT, H.J. Ensinamentos dos presidentes da igreja, Salt Lake City – Utah: Intellectual Reserve, Inc. 2003, págs. 55 – 56.
Fonte: Napec

Paganismo versus Cristianismo - Acaso ou Desígnio Divino?












Será que tudo que nos acontece é por acaso? Os acontecimentos, quer sejam bons ou maus, ocorrem acidentalmente, de maneira aleatória, sem que haja uma finalidade neles? Os que pensam assim, acham que Deus não determinou, decretou, ou planejou absolutamente nada com relação aos seres humanos, seu futuro histórico ou eterno, e muito menos os acontecimentos diários. Nada foi previsto ou determinado por Deus, inclusive os eventos naturais como terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas, acidentes, quedas de aviões, enfim – nada foi previsto ou determinado por ele. Portanto, tudo é imprevisível como num jogo de futebol. Não se sabe o futuro, não se pode prever absolutamente nada quanto ao fim da história. Junto com seus seres morais, Deus constrói em parceria o futuro, que neste acaso é aberto, indeterminado e incognoscível. Inclusive para ele mesmo.


Ou, será que as coisas que nos acontecem, mesmo as menores e piores, têm um propósito, ainda que na maior parte das vezes desconhecido para nós? Os que pensam assim entendem que Deus criou o mundo conforme um plano, um propósito, um projeto, elaborado em conformidade com sua sabedoria, justiça, santidade, misericórdia e poder. Nada que acontece, mesmo as mínimas coisas, o fazem ao acaso e de forma aleatória e casual, mas segundo este plano sábio. As decisões dos seres humanos são tomadas livremente por eles mesmos, mas, de uma forma que não compreendemos, elas acabam contribuindo para a concretização do propósito divino sem que Deus seja o autor do pecado. Tudo que ocorre, coisas boas ou ruins, estão dentro deste propósito concebido antes da fundação do mundo.

A melhor maneira de avaliarmos qual das duas é a visão correta é perguntarmos qual delas se aproxima mais da visão de Deus, do mundo e do homem que a Bíblia apresenta. Como os autores bíblicos concebiam o mundo, a história e os acontecimentos?

Ninguém que conheça a Bíblia poderá ter dúvidas quanto à resposta. Os judeus, ao contrário dos povos pagãos ao seu redor, não acreditavam em sorte, azar, acaso, acidente ou contingências. Eram os filisteus e não os israelitas que acreditavam que as coisas podiam acontecer ao acaso (veja 1Sm 6.9). Os israelitas, ao contrário dos pagãos, não acreditavam no acaso.

Para eles, Deus tinha traçado planos para os homens e as nações, e os mesmos iriam se cumprir inevitavelmente. Estes planos não poderiam ser frustrados por homem algum (Jó 42.2; Pv 19.21; Is 14.27; Is 43.13; Is 46.10b-11). Tais acontecimentos estavam tão inexoravelmente determinados que Deus dava conhecimento deles de antemão, através dos profetas. O fato de que os profetas de Israel eram capazes de predizer o futuro com exatidão era a prova de que o Deus de Israel era superior aos deuses pagãos (Is 46.9-10).

Os autores do Antigo Testamento sempre descrevem eventos que aconteceram aparentemente ao acaso como sendo o meio pelo qual Deus realizava seu propósito final. Assim, o arqueiro que atirou sua flecha “ao acaso” durante uma batalha acabou atingindo o rei de Israel e dessa forma cumpriu a profecia sobre sua morte (2Cr 18.33). A tempestade que atingiu o navio em que Jonas fugia para Társis não foi mera contingência, mas resultado da ação de Deus em levar o profeta a Nínive (Jn 1.4). O amalequita que vagueava “por acaso” nos montes de Gilboa foi o que encontrou Saul agonizante e o matou, cumprindo assim a determinação do Senhor de castigá-lo por ter consultado a pitonisa (2Sm 1.6-10; 1Cr 10.13). O encontro “casual” do profeta com um leão causou-lhe a morte e assim cumpriu a profecia contra ele (1Re 13.21-24). A visita casual que Acazias foi fazer a Jorão e o encontro fortuito com Jeú era tudo “a vontade de Deus” conforme o autor do livro das Crônicas, para que Acazias fosse morto (2Cr 22.7-9). Dezenas de outras passagens poderiam ser citadas para mostrar que na cosmovisão dos autores do Antigo Testamento nada acontecia por acaso, nem mesmo as pequenas coisas.

Até mesmo ações pecaminosas dos homens são atribuídas a Deus pelos autores do Antigo Testamento. O endurecimento do coração de Faraó para não deixar o povo de Israel sair é atribuído à Deus, que queria mostrar sua glória e seu poder sobre os deuses do Egito (Ex 7.3; 9.12). O endurecimento dos filhos de Eli para não se arrependerem do mal praticado é atribuído à Deus que os queria matar (1Sm 2.25). O endurecimento do rei Seom para não deixar Israel passar por sua terra é atribuído a Deus, que queria entregá-lo nas mãos de Israel (Dt 2.30), bem como o endurecimento de todas as nações cananitas (Js 11.20). Ao mesmo tempo, é preciso acrescentar, os israelitas não consideravam Deus como culpado do pecado humano. Ele era santo, justo, verdadeiro e não podia contemplar o mal (Hab 1.13). Todos estes mencionados acima foram responsabilizados por seus próprios pecados.

A visão de um mundo onde as coisas acontecem ao acaso, acidentalmente, sem propósito, é completamente estranha ao mundo dos israelitas conforme temos registrado na Bíblia.

Quando chegamos na pessoa de Jesus, encontramos exatamente a mesma visão de mundo, de Deus e da história, que é refletida no Antigo Testamento. Para Jesus, até mesmo coisas tão insignificantes como o número de cabelos da nossa cabeça (Mt 10.30) e a morte de pardais (Mt 10.29) estavam sob o controle da vontade de Deus. Ele era capaz de profetizar acontecimentos futuros tão triviais quanto o local onde se encontrava uma jumenta e seu jumentinho (Mt 21.2), que Pedro iria achar moedas na boca de um peixe (Mt 17.27) e que um homem estaria em determinado momento entrando na cidade com um cântaro na cabeça (Lc 22.10-12). Obviamente estas coisas não aconteceram por acaso.

Jesus se referiu à vontade de Deus e ao plano dele inúmeras vezes, como por exemplo, ao ensinar aos seus discípulos que tinha vindo ao mundo para morrer na cruz para salvar pecadores (Mt 17.22-23). As parábolas que Jesus contou sobre o futuro de Israel e sobre o dia do juízo deixavam pouca dúvida de que, para Ele, a história caminhava para um fim já traçado e determinado por Deus. No sermão escatológico Jesus predisse com exatidão a queda de Jerusalém, a fuga dos discípulos, o surgimento dos falsos profetas, as catástrofes, terremotos, secas, pestes e guerras que haveriam de suceder à raça humana e as perseguições que sobreviriam a seus discípulos antes de sua vinda (Mt 24).

Os discípulos de Jesus, os autores do Novo Testamento, tinham exatamente a mesma visão de um mundo onde nada ocorre por acaso. Tudo o que havia acontecido com Jesus, como o local do seu nascimento (Mt 2.5-6), sua ida ao Egito (Mt 2.15), sua vinda a Nazaré (Mt 2.23), seus milagres (Mt 8.16-17), sua traição (Jo 17.12), seu sofrimento e sua morte na cruz (At 3.18) – inclusive detalhes como beber vinagre (Jo 19.28-29), ter sua túnica rasgada (Jo 19.24) e seu corpo furado por uma lança (Jo 19.34-36) – tudo isto havia sido determinado por Deus em detalhes, a ponto de Deus ter revelado estes fatos cerca de seiscentos anos antes dos mesmos terem acontecido por meio dos profetas de Israel. Pensemos na probabilidade de atos, decisões e eventos acidentais, aleatórios, ao acaso, contingenciais, acontecerem de tal forma que estas coisas aconteceram exatamente como os profetas tinham dito!

Não só os fatos ocorridos com Jesus haviam sido planejados, inclusive aqueles que cercaram o nascimento da igreja cristã. A substituição de Judas (At 1.16-26), o dia de Pentecoste (At 2.14-17), a rejeição de Israel (At 13.40), a inclusão dos gentios na Igreja (At 15.15-20) – tudo aquilo havia sido determinado por Deus e previsto nas Escrituras pelos profetas. Veja a quantidade de vezes que no livro de Atos se menciona que a história de Cristo e da igreja haviam sido determinadas por Deus e anunciada pelos profetas: Atos 3.18,21-25; 10.43; 13.27,40; 18.28; 26.22.

Nas cartas que escreveram às igrejas, os autores do Novo Testamento jamais, em qualquer lugar, ensinaram os crentes que as coisas acontecem por acaso. Ao contrário, eles ensinaram os crentes que a conversão deles era resultado da vontade de Deus. Eles foram predestinados (Rm 8.29-30; Ef 1.5,11), escolhidos antes da fundação do mundo (Ef 1.4). Os crentes são ensinados a buscar a vontade de Deus, a se submeter a ela e a entender que a vontade de Deus controla a história (Rm 8.27; 12.2; Ef 6.6; Cl 4.12; 1Ts 4.3; 5.18; Hb 10.36; 1Pd 2.15). Até o sofrimento por causa do Evangelho era visto como sendo pela vontade de Deus (1Pd 3.17; 4.19). Eles foram ensinados a ver uma santa conspiração divina em tudo que acontece em favor do bem deles (Rm 8.28), a ponto de serem exortados a dar graças em tudo (1Ts 5.18). Eles são exortados a dizer sempre “se Deus quiser” farei isto ou aquilo (Tg 4.15). Paulo sempre dizia que “se for a vontade de Deus” ele iria a este ou aquele local (Rm 1.10; 15.32). Ele sempre começa suas cartas dizendo que foi chamado “pela vontade de Deus” para ser apóstolo (1Co 1.1; Ef 1.1; Cl 1.1; 2Tm 1.1).

Os cristãos são encorajados a enfrentar firmes as provações e tentações, pois Deus não permitirá que eles sejam provados além de suas forças (1Co 10.31). Eles devem sofrer com paciência em plena confiança que o Deus que está no controle de todas as coisas lhes dá a vida eterna e que ninguém poderá arrancar seus filhos de suas mãos. Eles são consolados com a certeza de que Deus haverá de cumprir todas as suas promessas, e que há um final feliz para todos os que confiam nele e crêem em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador. Eles são exortados a permanecer firmes pois o bem haverá de triunfar sobre o mal, a justiça prevalecerá e a verdade haverá de vencer. E isto só é possível porque Deus está no controle, porque Ele conduz a história para o fim que Ele mesmo determinou, de uma maneira sábia e misteriosa, na qual os seres humanos e os anjos são responsáveis por seus atos, decidem fazer o que querem e tomam as escolhas que desejam.

À semelhança dos autores do Antigo Testamento, os escritores do Novo também atribuem a Deus o fato de que os ímpios e pecadores impenitentes se afundam cada vez mais no pecado. Paulo por três vezes em Romanos 1 declara que Deus entregou os incrédulos de sua geração à corrupção de seus próprios corações, para que eles se afundassem ainda mais no pecado e na iniqüidade (Rm 1.24,26,28). Aos tessalonicenses, ele declara que Deus manda a operação do erro para que os que rejeitam a verdade e creiam na mentira (2Ts 2.11). Igualmente, à semelhança do Antigo Testamento. O Novo responsabiliza os seres humanos por seus próprios pecados e condenação.

É evidente que não será na Bíblia que encontraremos esta visão de um mundo onde as coisas acontecem por mero acaso, onde tudo é casual e contingencial. Mas, vamos encontrá-la na mentalidade pagã, nas religiões idólatras, de deuses pequenos, impotentes, egoístas. Vamos encontrar esta visão de um mundo onde as coisas ocorrem de maneira aleatória nas idéias dos maniqueístas e gnósticos, ateus e agnósticos, especialmente os evolucionistas, que defendem que tudo surgiu e acontece como resultado de uma combinação fortuita de tempo e de acaso.

Os verdadeiros cristãos, todavia, cantam “acasos para mim não haverá”.

Se tudo acontece por acaso, que combinação inimaginável de ações livres, aleatórias e catástrofes naturais fortuitas poderão unir-se numa conspiração impessoal e totalmente ao acaso para produzir o final que Deus prometeu na Bíblia? Se Deus não é Deus, então o acaso se torna Deus e não temos qualquer garantia de que o final feliz prometido na Bíblia haverá de acontecer.

Não nos enganemos. A discussão entre acaso versus planejamento não é uma disputa teológica entre cristãos arminianos e calvinistas, pois os arminianos e os calvinistas concordam que Deus tem um plano, que ele controla a história, que não existe acaso e que Ele conhece o futuro. Ambos aceitam a Bíblia como Palavra de Deus e querem se guiar por ela. O confronto, na verdade, é entre duas visões de mundo completamente antagônicas, a visão pagã e a visão bíblica, entre as religiões pagãs e a religião bíblica. Posso não entender tudo sobre este assunto, mas prefiro mil vezes ficar ao lado dos autores da Bíblia do que ao lado de filósofos, teólogos e poetas ateus, agnósticos e racionalistas.

ISCARIOTES DA ATUALIDADE


Por Ricardo Luiz Ferreira

“e (Judas) lhes perguntou: ‘O que me darão se eu o entregar a vocês? ’ E lhe fixaram o preço: trinta moedas de prata.” (Mateus 26.15 - NVI)
“Enquanto ele ainda falava, apareceu uma multidão conduzida por Judas, um dos Doze. Este se aproximou de Jesus para saudá-lo com um beijo.” (Lucas 22.47 - NVI)
“Os homens agarraram Jesus e o prenderam” (Marcos 14.46 - NVI)
O objetivo de todo seguidor de Cristo é conduzir pessoas ao Mestre. Judas levou uma multidão até Jesus, só que com segundas intenções, visando o dinheiro que iria ganhar com tal atitude. Ele barganhou Cristo com aquela multidão; a mesma multidão que crucificou a Jesus.

Vemos na atualidade “pregadores”, “pastores”, “líderes” que, assim como Judas, conduzem multidões a Jesus, só que visando o lucro que obterão com isso. Ensinam o povo a barganhar com Cristo, ou seja, de que “quanto mais ofertarem e dizimarem, maior será a benção recebida” ou “mais rápido a vitória chegará”; ainda mais, que podem “exigir que o Senhor lhes dê”, afinal, eles fizeram a parte deles no “negócio”. E dessa forma, esses que foram levados (com um discurso charlatão) até o Bom Mestre, vão (no sentido figurado) crucificá-lo, pois "Ele os enganou", fez com que dessem o melhor de si, tanto financeiramente como emocionalmente, deixando-os frustrados e desiludidos quanto ao Evangelho.

Enquanto isso, do outro lado desse “circo religioso”, estão pastores, líderes, pregadores e cantores, que ostentam uma vida de luxo e pompa. Falam sobre liberalidade, mas vivem na ganância. Sufocam o rebanho exigindo mais dízimos e ofertas, ou cobrando cachês altíssimos para ministrarem nas igrejas. Assemelhando-se mais a “mercadores da fé” do que a ministros de Cristo. Tornam a Igreja um “negócio lucrativo”. Conduzem multidões a Cristo, através de palavras ludibriadoras, objetivando o dinheiro que ganharão em troca; multidões que na primeira decepção irão crucificar ao Senhor.

É tempo de o povo cristão refletir, é tempo de pensar, é tempo de voltar-se para a Palavra de Deus, pois só Nela encontraremos as respostas para esse momento de crise de identidade que a Igreja passa. Leia a Bíblia.

Fonte: Sigo o Caminho

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pizzaria Gospel!


Tem dessas coisas.



Prováveis Especialidades da Casa:



Rodovalho – massa fina e insossa coberta por manto santo de catupiry.

Feliciano – Sem mussarela, mas também só custa 7 mérreis.

Rui Rayol – Especial da casa. O garçom olha para o irmão, abre a bíblia e sorteia um versículo, dependendo do que cair, ele profetiza o sabor da sua pizza. Não aceitamos reclamações, caso não goste da profetada...

Malafaia – Você paga a pizza, mas não leva. Em compensação ganha uma cartilha da vitória financeira.

Rev. João Batista – Calzone. No formato da grutinha milagrosa.

Neo-Pentecostal - Escolha os sabores e tome posse, mas pague primeiro!

Terra Nova – 12 mini-pizzas todas de jiló com rabanete.

Macedão – Atum

Apóstolo Estevam – O sabor não importa, o negócio é a embalagem. Em forma de bíblia, pronta para viajar para Miami.

Bispa Sônia – Perua (digo Peru) gospel.

Valdomiro – Lombo de porco. Acompanha guardanapos ungidos.

Benny – Fora do cardápio. O povo que pedia vivia se estatelando no chão.

RR. Soares - Pimenta malagueta. Brasa Pura. Totalmente encapetada. Mas não se preocupe, se a pimenta fizer mal ao irmão que sofre de hemorroidas basta por o dedo no local da enfermidade que o garçom vai orar para expulsar todo o mal...


Reteté - Frango com pena, cachaça, farofa de dendê e massa dura feito sola de sapato.

Monergista - O Pizzaiolo decide.

Sinergista - Ao gosto do freguês, mas o Pizzaiolo acaba fazendo do jeito Dele.

Emergente - Para viagem.


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2009/06/pizzaria-gospel.html#ixzz2DtchP8Sg
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